
Sistema integrado de automação, dosagem química contínua e telemetria para poços industriais. Qualidade e vazão garantidas 24/7 com monitoramento remoto via Sistrata.
Quando a água do poço entra no processo produtivo fora dos parâmetros, o problema não é só regulatório. É parada de produção. Perda de lote. Inserção de água fora de especificação no produto final que gera contaminação, retrabalho ou recall. É multa do IGAM, da FEAM, perda de certificação ISO 22000 ou FSSC 22000, e reprovação em auditorias internacionais.
Os danos operacionais são concretos: incrustações em caldeiras e trocadores de calor, corrosão de tubulações, e aumento do consumo de insumos químicos por falta de controle de dosagem. Tudo isso aparece no OPEX, mas nem sempre é rastreado até a origem — o tratamento de água do poço.

A Contrata assume a operação completa do sistema de tratamento, do dimensionamento ao monitoramento diário. O modelo é de gestão contínua, não venda de insumo.

Análise do poço, da outorga, do modelo atual de tratamento e dos parâmetros exigidos pelo processo produtivo. Para plantas que já têm sistema instalado, o diagnóstico compara a operação atual com o que seria necessário para atingir conformidade total. Para plantas novas, a Contrata dimensiona o sistema do zero.

Equipamentos dosadores automáticos, filtros e sensores industriais instalados e calibrados para os parâmetros específicos da planta. A dosagem é contínua e controlada por equipamento, não por operador.

O software proprietário Sistrata acompanha vazão e parâmetros físico-químicos em tempo real. Qualquer desvio gera alerta automático antes de impactar a produção. Os dados alimentam relatórios auditáveis para órgãos ambientais e organismos de certificação.

Técnico em campo de forma periódica para reposição de produtos químicos, ajuste de dosagem, manutenção de bombas dosadoras, retrolavagem de filtros e reparos preventivos. SLA de atendimento emergencial em horas, não dias.

Geração automática de relatórios de vazão e parâmetros físico-químicos para IGAM, FEAM, auditorias ISO, FSSC e certificações ambientais. Documentação pronta para apresentar, não para construir na véspera da auditoria.


O modelo mais comum em poços industriais é ter equipe interna comprando insumos avulsos e fazendo dosagem por conta. Funciona enquanto ninguém erra a dosagem, enquanto o fornecedor entrega no prazo e enquanto nenhuma auditoria pede rastreabilidade do processo. Quando qualquer uma dessas variáveis falha, o problema aparece na produção.
A Contrata substitui esse modelo por gestão contínua com automação e monitoramento remoto. A responsabilidade pelo tratamento sai da equipe interna e passa para uma operação com SLA, telemetria e laudos automáticos.
São mais de 23 anos operando em polos industriais de MG, com clientes como Arcelor Mittal, Ecorrodovias e Unimed.
A compra avulsa de insumos resolve o abastecimento, mas não resolve o controle de processo. Sem monitoramento automatizado, a dosagem depende de quem está operando naquele turno. Sem telemetria, não existe rastreabilidade de quando a água saiu do parâmetro. E sem relatórios automáticos, a equipe interna monta documentação para auditoria manualmente, com risco de inconsistência. A gestão contínua não substitui a equipe interna — ela dá à equipe os dados e o controle que a operação manual não oferece.
A Contrata fornece o pacote completo para homologação: certificações técnicas, ART/CREA, laudos, seguros e referências de clientes do mesmo porte e segmento. O processo pode rodar em paralelo com o contrato atual, e a primeira fase pode ser um estudo de viabilidade técnica sem compromisso de contratação.
O contrato é estruturado com escopo, SLA e valores definidos, o que facilita a previsão de OPEX. A Contrata trabalha com faturamento de 30/60/90 dias e formatos compatíveis com procurement industrial. O estudo de viabilidade inicial já entrega o comparativo financeiro entre o modelo atual e o modelo proposto, que é o material que o gestor precisa para levar à diretoria.








Antes de qualquer contratação, a Contrata faz uma análise detalhada do poço industrial comparando o modelo atual com o sistema automatizado via Sistrata.

Certificações ISO, FSSC, auditorias ESG e fiscalização do IGAM exigem rastreabilidade, laudos e conformidade comprovada do tratamento de água. Se os dados estão em planilhas manuais ou na cabeça do operador, a não conformidade é questão de tempo.
O estudo de viabilidade mostra onde a operação está hoje e o que precisa mudar. Sem custo e sem compromisso.

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